PASTOR JÚLIO FALCÃO – JESUS VENCEU A MORTE!

Estava, pois, ali um vaso cheio de vinagre. E encheram de vinagre uma esponja, e, pondo-a num hissopo, lhe chegaram à boca.
E, quando Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.
João 19:29,30

Existem fases em nossas vidas que realmente sentimos que é o fim, nada mais dá certo e parece que há um silêncio profundo e terrível da parte de Deus para com nossos clamores.

O próprio Senhor Jesus experimentou esse silêncio de Deus, só que mesmo em meio a dores e injustiças Ele não colocou a vontade humana dele acima da vontade soberana do Todo-Poderoso.

Jesus sabia que o Deus que o enviou a terra é capaz de dar vida ao que estava morto, saúde ao que estava enfermo, paz ao que experimentava a perseguição… enfim, Ele confiou totalmente no Pai e depois de muito sofrer fisicamente e emocionalmente Ele diz:

Está consumado!

Ou seja, Jesus disse ali para Deus; Pai eu cumpri minha missão como servo de todos aqui nesta terra, agora seja feita a tua vontade!

É muito forte, mas, precisamos aprender a ter essa confiança em Deus, mesmo se Ele estiver em silencio para conosco. O fim para o homem é apenas o começo para Deus.

Não pense que não tenha mais saída para sua causa, tire de sua mente pensamentos de fracasso, pois, Deus não te criou para ser uma pessoa fracassada e sim, vitoriosa!

E se os pensamos norteiam sua mente são para por fim em tudo, lembre-se que Deus quebrou o silêncio com Jesus da forma mais extraordinária, ressuscitando-o ao terceiro dia e o Eterno não perdeu e nunca perderá sua capacidade milagrosa de abençoar aqueles que não desistem e confiam Nele.  

Que a paz a graça e a misericórdia de Cristo Jesus estejam com você e com todos de sua família!

PASTOR JÚLIO FALCÃO – SEJA UMA PESSOA AGRADÁVEL!

Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união.
É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla das suas vestes.
Como o orvalho de Hermom, e como o que desce sobre os montes de Sião, porque ali o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre.

Salmos 133:1-3

Um lugar bom e cheio de harmonia depende muito mais de você do que das outras pessoas, você pode escolher em enxergar somente os defeitos das pessoas ou do ambiente em que você esteja, ou, viver em paz no amor que Cristo nos amou, deixa eu te contar uma historia que vai ilustrar bem o que quero lhe dizer hoje:

Conta-se que um senhor, beirando os 80 anos de idade, descansava no banco da praça de uma cidadezinha do interior, quando foi abordado por um homem que havia estacionado o carro à sombra de uma árvore:

Bom dia, senhor. Como vai?

Bom dia, meu amigo. Respondeu o idoso.

O senhor mora por aqui? Perguntou o motorista.

Sim, desde que nasci. Disse o senhor com tom de satisfação.

Ao que o visitante explicou:

É o seguinte: eu e minha família estamos de mudança para cá no final deste mês e eu gostaria muito de saber como é o povo daqui. O senhor pode me ajudar?

O idoso, então, perguntou ao homem:

Antes eu quero te perguntar uma coisa: como são as pessoas da antiga cidade que o senhor vivia?

Sem constrangimento, o futuro morador falou:

Ah… De onde eu venho, as pessoas são muito boas, um povo hospitaleiro, amigo. Todos se dão muito bem. Eu amava aquele povo! Só estou saindo de lá porque a empresa que eu trabalho abriu uma filial aqui e me colocou como diretor.

Satisfeito com a resposta, o idoso comentou:

O senhor é uma pessoa de sorte! Esta cidade é exatamente como a sua. Tenho certeza que sua família vai gostar muito da nossa gente. Somos muito ‘gente boa’. Para falar a verdade, você acabou de ganhar um novo amigo! Meu nome é José, muito prazer!

Aquele homem agradeceu o idoso pela hospitalidade, voltou para o seu carro e foi embora.

Horas mais tarde, outro homem também chegou à praça da cidadezinha e fez a mesma pergunta ao idoso, que continuava desfrutando daquele belo dia de sol.

Senhor, boa tarde. Estou pensando em me mudar para cá e gostaria de saber como é o povo dessa cidade.

O idoso perguntou:

E como era o povo da sua cidade, meu amigo?

Meio sem entender, aquele homem respondeu:

Vixi, era um povo muito sem educação. Um bando de gente orgulhosa, preconceituosa, arrogante e mesquinha. Só para você ter ideia, eu morei mais de 15 anos lá e não fiz um amigo sequer!

Com uma voz calma, o senhor de cabelos brancos disse ao homem:

Sinto muito, filho. Infelizmente você vai encontrar exatamente o mesmo tipo de pessoa na nossa cidade. As pessoas aqui não são amigas de ninguém, são orgulhosas e vivem com uma cara fechada. Te aconselho a procurar outra cidade para morar, pois o povo daqui vai te decepcionar muito!

O pipoqueiro da praça, que assistiu toda a conversa daquele senhor com os dois homens, não se conteve e perguntou:

Seu José, o senhor me desculpe, mas eu não pude deixar de ouvir as conversas que você teve com aqueles dois homens. Como o senhor pôde responder a mesma pergunta com duas respostas tão diferentes?

O Sr. José riu da curiosidade do pipoqueiro, e respondeu:

Ah, meu bom amigo… Nós sempre vemos e julgamos o mundo à partir da nossa visão, a partir de quem nós somos. Uma pessoa preconceituosa, por exemplo, vai enxergar todas as pessoas preconceituosas da cidade; uma pessoa briguenta só verá as pessoas complicadas do lugar.

_ Como assim, seu José? Não entendi o que o senhor quis dizer. Falou o pipoqueiro.

O idoso, então, explicou:

Aquele homem que veio aqui de manhã vai enxergar as pessoas boas e amigas de nossa cidade; já o segundo, que acabou de ir embora, só enxergará os orgulhosos, preconceituosos e arrogantes. Entenda uma coisa, rapaz: o mundo depende da visão que temos. O exterior sempre refletirá o que temos guardado no nosso interior.

O que você tem guardado em seu coração?

Espero que sejam coisas boas, pois, com os olhos da fé todo lugar se torna bom e não existe impossibilidades para os que vivem o amor de Cristo Jesus.

Que a paz a graça e a misericórdia de Cristo Jesus estejam com você e com todos de sua família!

PASTOR JÚLIO FALCÃO – O PERIGO DA AMARGURA!

Cuidem que ninguém se exclua da graça de Deus. Que nenhuma raiz de amargura brote e cause perturbação, contaminando a muitos. (Hebreus: 12.15)

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O escritor da carta aos Hebreus exorta quanto ao cuidado de evitar a amargura, pois, ela pode nos afastar da graça de Deus e trazer perturbação, contaminando assim todo o ambiente em que a pessoa vive.

A amargura e o não perdão pode separar famílias, deixa eu ilustrar com uma história ocorrida entre pai e filho que teve um triste final;

Era um vez um rapaz que ia muito mal na escola.

Suas notas e comportamento eram uma decepção para seus pais que, como bons cristãos sonhavam em vê-lo formado e bem sucedido.

Um belo dia, o bom pai lhe propôs um acordo: se você, meu filho, mudar de comportamento, se dedicar aos estudos e conseguir ser aprovado no vestibular para a universidade de medicina, lhe darei então um carro de presente.

Por causa do carro, o rapaz mudou da água para o vinho. Passou a estudar como nunca e a Ter um comportamento exemplar. O pai estava feliz, mas tinha uma preocupação. Sabia que a mudança do rapaz não era fruto de uma conversão sincera, mas apenas do interesse em obter o automóvel. Isso era mau!

Assim, o grande dia chegou! Fora aprovado para o curso de medicina! Como havia prometido, o pai convidou a família e os amigos para uma festa de comemoração.

O rapaz tinha por certo que na festa o pai lhe daria o automóvel.

Quando pediu a palavra, o pai elogiou o resultado obtido pelo filho e lhe passou as mãos uma caixa de presente.

Crendo que ali estavam as chaves do carro, o rapaz abriu emocionado o pacote. Para sua surpresa era uma bíblia.

O rapaz ficou visivelmente decepcionado e nada disse. A partir daquele dia o silêncio e distância separavam pai e filho. O jovem se sentia traído e, agora, lutava para ser independente.

Deixou a casa dos pais e foi morar no Campus da Universidade.

Raramente mandava notícias a família. O tempo passou, ele se formou, conseguiu um emprego em um bom hospital e se esqueceu completamente do pai.

Todas as tentativas do pai para reatar os laços foram em vão. Até que um dia o velho, muito triste com a situação, adoeceu e não resistiu, faleceu. No enterro, a mãe entregou ao filho, indiferente, a bíblia que teria sido o último presente do pai e que havia sido deixada para trás.

De volta a sua casa, o rapaz, que nunca perdoara o pai, quando colocou o livro

numa estante, notou que havia um envelope dentro dele. Ao abri-lo, encontrou uma carta e um cheque. A carta dizia:

“Meu querido filho, sei o quanto você deseja ter um carro, eu prometi e aqui está o cheque para que você escolha aquele carro que lhe agradar. No entanto, fiz questão de lhe dar um presente ainda melhor, a Bíblia Sagrada. Nela aprenderás o amor de Deus e a fazer o bem, não pelo prazer da recompensa, mas pela gratidão e pelo dever de consciência”.

Corroído de remorso, o filho caiu em profundo pranto.  (autor desconhecido)

Como é triste a vida de pessoas que não sabem perdoar. Isso leva a erros terríveis e a um fim ainda pior.

Não espere para amanhã para pedir perdão ou liberar perdão, liberte-se desta amargura ainda hoje, pois, amanhã pode ser tarde demais.

Que a paz a graça e a misericórdia de Cristo Jesus estejam com você e com todos de sua família!