O reino de Deus não consiste no comer e no beber, mas na justiça, na paz, e na alegria no Espírito Santo – Romanos 14.17
Observe o que Paulo está nos ensinando nesta frase! Algo que choca com a realidade de muitos.
Porque uma grande parte da sociedade pensa que a alegria vem dos seus bens matérias, do muito ter isso e aquilo, de poder comer os pratos mais caros do restaurante mais requintado e premiado, porém, o que ele está dizendo é o contrário.
Que é mais importante viver sendo justo e com isso usufruindo da justiça de Deus, que é melhor ter pouco, mas, ter paz, e se alegrar no Espírito Sando de Deus.
Paulo viveu dias em que teve tudo a seus pés, experimentou as melhores escolas, as melhores comidas, vestimentas caríssimas, se alegrou com muitos vinhos e talvez até mulheres, mas, agora na sua velhice afirmou que nada disso é melhor que ter a paz Deus em nossos corações.
Vou ilustrar bem o que acontece quando toda família trabalha não dividida, unida no amor de Deus;
Era uma vez um rei que, apesar de ser muito rico, era triste, pois não conseguia aumentar o seu tesouro.
Ele estava sempre de mal humor e isto causava enormes problemas a todos, pois seus decretos, rudes e injustos, massacravam o povo com exigências descabidas.
Por fim, o rei acabou entrando em depressão. Seus médicos lhe disseram que a única cura para a sua doença era a alegria. O monarca, então, ofereceu um excelente prêmio a quem pudesse lhe trazer a alegria de volta.
Muitos tentaram, mas ninguém conseguiu arrancar um só sorriso da cara do rei. Nada conseguia alegrá-lo. Nem os músicos, nem o bobo da corte, nem as dançarinas, nem os lançadores de enigmas, nem os mímicos, nem os encantadores.
Os amigos do rei resolveram consultar um grande sábio que vivia ali. Ele lhes disse que se o rei vestisse a camisa do homem mais feliz daquele reino, a alegria voltaria ao seu coração.
Iniciou-se, então, uma intensa investigação, para se descobrir quem era o homem mais feliz de todos.
Para surpresa dos investigadores, o homem mais feliz daquele reino morava longe do luxuoso palácio do rei, num casebre muito simples. Ele, sua mulher e seus filhos trabalhavam de sol a sol no cabo da enxada para conseguir se manter, mas, sempre unidos, passavam o dia rindo e cantando.
Os investigadores contaram-lhe o problema que os havia trazido ali e pediram-lhe que ele lhes desse uma de suas camisas, para que a alegria pudesse voltar ao coração do rei. Só então compreenderam porque aquele homem trabalhava na lavoura de peito nú, ele não tinha nenhuma camisa.
Um dos investigadores, espantado, perguntou-lhes como conseguiam ser tão felizes tendo tão pouco, ao contrário do rei, que tinha tanto, mas era infeliz:
– Somos felizes porque o reino de Deus está em nossos corações, respondeu-lhe o homem.
Que o reino de Deus inunde os corações que habitam em seu lar, que haja harmonia, paz, justiça e a alegria que vem do Espírito Santo do Todo-Poderoso Deus.
E houve trevas sobre toda a terra, do meio dia às três horas da tarde. Por volta das três horas da tarde, Jesus bradou em alta voz: “Eloí, Eloí, lamá sabactâni? ” que significa: “Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonaste? “
Quem nunca viveu dias de nuvens negras sobre determinada área de sua vida?
Quem nunca se sentiu só e abandonado?
Jesus estava vivendo esse dia em sua vida naquela cruz, aliás, ele começou a sentir as dores quando serviu ao seus discípulos na última ceia, foi lá que ele revelou aos demais que Judas o trairia.
No Monte das Oliveiras ele clamou ao Pai e houve profundo silêncio, nunca alguém sentiu-se tão só mesmo em meio à multidão como Jesus sentiu.
E as vezes isso ocorre em nossas vidas, algo sai errado e achamos que estamos sós e abandonados.
Alguns passam por uma enfermidade e questionam, onde está o Deus que servimos?
Vemos um jovem se enveredar no mundo das drogas e pensamos, porque Deus não o arranca daquela boca de fumo?
Mas, não devemos agir e nem pensar assim, temos que seguir a mesma posição de Cristo e de vários outros homens da bíblia que entenderam que Deus não abandona os que são fieis e que algumas adversidades em nossas vidas são causadas por inconsequência de nossos próprios atoas impensados.
José não questionou Deus o porque ele estava indo para o fundo do poço, pelo contrário, manteve-se confiante e a bíblia diz que tudo que ele fazia a mão de Deus estava sobre ele.
Jó não amaldiçoou a Deus como sua mulher o aconselhou por causa das grandes perdas e do silêncio de Deus, mas, no final o Eterno deu a ele um brado de vitória.
Jesus mesmo com o Silêncio do pai, e dizendo; porque me abandonaste? Seguiu fiel até a morte de cruz e no terceiro dia ressuscitou e vivo está.
Então, não pense jamais que tudo que você está passando, o passa sozinho, porque isso não é verdade, Deus está vendo tudo!
É ele que te faz atrasar para te livrar de um acidente.
É ele que frustra um sonho profissional seu, porque ele sabe que não é o melhor para o seu futuro e que para seu futuro ele tem coisa melhor.
Então mesmo que seu dia esteja sendo de nuvens negras, confie mais no jeito de Deus agir, procure dizer sempre a ele o que disse Jesus; Contudo, seja feita a vossa vontade e não a minha.
Deus nunca chega tarde e nunca deixará um dos seus filhos sem resposta, creia nele e o mais ele fara em qualquer que seja a área de sua vida!
4Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros.
Será que ainda vale apenas investir no ser humano?
Será que eu realmente preciso estender as mãos a uma pessoa que talvez eu nunca tenha visto antes?
A resposta é sim! Isso é o que Cristo espera daqueles que realmente creem Nele verdadeiramente.
Há um versículo que diz que quem dá aos pobres, ou seja, a quem precisa de ajuda, está emprestando a Deus e nós sabemos que Deus não fica em dívida com ninguém.
Vou ilustrar com uma história verídica que um dia contei no radio para você entender a real importância de estender a mão para quem precisa;
Ricardinho não aguentou o cheiro bom do pão e falou: – Pai eu tô com fome!
O pai, Agenor, sem ter um tostão no bolso, caminhando desde muito cedo em busca de um trabalho, olha com os olhos marejados para o filho e pede mais um pouco de paciência: – Mas pai eu tô com fome!
Envergonhado, triste e humilhado em seu coração de pai, Agenor pede para o filho aguardar na calçada enquanto entra na padaria a sua frente. Ao entrar dirige-se a um homem no balcão: – Meu senhor, estou com meu filho de apenas 6 anos na porta, com muita fome, não tenho nenhum tostão, pois sai cedo para buscar um emprego e nada encontrei. Estamos indo à casa de um parente pedir ajuda, mas meu filho não consegue mais andar; Eu lhe peço, por favor, que me dê um pão para que eu possa matar a fome desse menino, em troca posso varrer o chão de seu estabelecimento, lavar os pratos e copos, ou outro serviço que o senhor precisar!
Amaro , o dono da padaria estranha aquele homem de semblante calmo e sofrido, pedir comida em troca de trabalho e pede para que ele chame o filho. Agenor pega o filho pela mão e apresenta-o a Amaro, que imediatamente pede que os dois sentem-se junto ao balcão, onde manda servir dois pratos de comida do famoso PF (prato feito): Arroz, feijão, bife e ovo.
Para Ricardinho era um sonho, comer após tantas horas na rua. Para Agenor , uma dor a mais, já que comer aquela comida maravilhosa fazia-o lembrar-se da esposa e mais dois filhos que ficaram em casa apenas com um punhado de fubá. Grossas lágrimas desciam dos seus olhos já na primeira garfada.
A satisfação de ver seu filho devorando aquele prato simples como se fosse um manjar dos deuses, e lembrança de sua pequena família em casa, foi demais para seu coração tão cansado de mais de 2 anos de desemprego, humilhações e necessidades.
Amaro se aproxima de Agenor e percebendo a sua emoção, brinca para relaxar: – Ô Maria!!! Sua comida deve estar muito ruim, olha o meu amigo está até chorando de tristeza desse bife, será que é sola de sapato?
Imediatamente, Agenor sorri e diz que nunca comeu comida tão apetitosa, e que agradecia a Deus por ter esse prazer. Amaro pede então que ele sossegue seu coração, que almoçasse em paz e depois conversariam sobre trabalho. Mais confiante, Agenor enxuga as lágrimas e começa a almoçar, já que sua fome já estava nas costas.
Após o almoço, Amaro convida Agenor para uma conversa nos fundos da padaria, onde havia um pequeno escritório. Agenor conta então que há mais de 2 anos havia perdido o emprego e desde então, sem uma especialidade profissional, sem estudos, ele estava vivendo de pequenos ‘biscates aqui e acolá’, mas que há 2 meses não recebia nada. Amaro resolve então contratar Agenor para serviços gerais na padaria, e penalizado, faz para o homem uma cesta básica com alimentos para pelo menos 15 dias. Agenor com lágrimas nos olhos agradece a confiança daquele homem e marca para o dia seguinte seu início no trabalho.
Ao chegar em casa com toda aquela ‘fartura’, Agenor é um novo homem sentia esperanças, sentia que sua vida iria tomar novo impulso. Deus estava lhe abrindo mais do que uma porta, era toda uma esperança de dias melhores.
No dia seguinte, às 5 da manhã, Agenor estava na porta da padaria ansioso para iniciar seu novo trabalho. Amaro chega logo em seguida e sorri para aquele homem que nem ele sabia porque estava ajudando. Tinham a mesma idade, 32 anos, e histórias diferentes, mas algo dentro dele chamava-o para ajudar aquela pessoa.
E, ele não se enganou, durante um ano Agenor foi o mais dedicado trabalhador daquele estabelecimento, sempre honesto e extremamente zeloso com seus deveres.
Um dia, Amaro chama Agenor para uma conversa e fala da escola que abriu vagas para a alfabetização de adultos um quarteirão acima da padaria, e que ele fazia questão que Agenor fosse estudar. Agenor nunca esqueceu seu primeiro dia de aula: a mão trêmula nas primeiras letras e a emoção da primeira carta.
Doze anos se passam desde aquele primeiro dia de aula. Vamos encontrar o Dr. Agenor Baptista de Medeiros, advogado, abrindo seu escritório para seu cliente, e depois outro, e depois mais outro.
Ao meio dia ele desce para um café na padaria do amigo Amaro, que fica impressionado em ver o ‘antigo funcionário’ tão elegante em seu primeiro terno.
Mais dez anos se passam, e agora o Dr. Agenor Baptista, já com uma clientela que mistura os mais necessitados que não podem pagar, e os mais abastados que o pagam muito bem, resolve criar uma Instituição que oferece aos desvalidos da sorte, que andam pelas ruas, pessoas desempregadas e carentes de todos os tipos, um prato de comida diariamente na hora do almoço.
Mais de 200 refeições são servidas diariamente naquele lugar que é administrado pelo seu filho, o agora nutricionista Ricardo Baptista.
Tudo mudou, tudo passou, mas a amizade daqueles dois homens, Amaro e Agenor impressionava a todos que conheciam um pouco da história de cada um. Contam que aos 82 anos os dois faleceram em dias muito próximos.
Ricardinho, o filho mandou gravar na frente da ‘Casa do Caminho’, que seu pai fundou com tanto carinho: – Um dia eu tive fome, e você me alimentou.
Um dia eu estava sem esperanças e você me deu um caminho.. Um dia acordei sozinho, e você me deu Deus, e isso não tem preço.
Que Deus habite em seu coração e alimente sua alma. E, que te sobre o pão da misericórdia para estender a quem precisar!!!’
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